O seu sistema imunitário decidiu que uma substância do dia-a-dia
– talvez o pólen de uma árvore, o pelo de um gato, ou o pó de uma estante – é
sua inimiga, um alergénio. Quando inala essa substância, um anticorpo é criado.
Esta proteína especializada detecta primeiro o inimigo, e depois dá um sinal ao
sistema imunitário para desarmar e destruir o intruso.
Para neutralizar este alergénio, as suas células têm de
libertar histamina e outros químicos, provocando uma combinação de sintomas
clássicos: corrimento nasal, ardor e vermelhidão nos olhos, espirros, dor de
cabeça na zona dos seios peri nasais, garganta irritada – tudo a que se chama
reacção alérgica. Mas se procurar um anti-histamínico de venda livre para o
alívio, poderá acabar por fazer mais mal do que bem, dizem os profissionais de
medicina alternativa.
«A sensibilidade aos alergénios pode ser mascarada quando se
tomam medicamentos, anti-histamínicos», diz a Dr.ª Jacqueline Krohn, médica no
Novo México. Isso acontece porque os anti-histamínicos tratam os sintomas, mas
não as causas. Depois, há os efeitos secundários vulgares, como sonolência ou,
com os produtos mais recentes, a possibilidade de arritmias cardíacas, avisa a Dr.ª
Krohn.
Se estiver preocupado com a ideia de que os remédios caseiros
possam não funcionar tão bem como os medicamentos não deve estar. «Acredito que
os remédios naturais são suficientemente fortes para evitar que tenha de tomar
drogas; receberá todo o alívio de que necessita», diz o Dr. Mark Stengler,
médico naturopata em San Diego.
O aspecto mais grave de uma alergia por inalação é a hipótese
de esta poder desencadear um ataque de asma que pode ser fatal. Se não
conseguir manter as suas alergias sob controlo sozinho procure a ajuda de um
alergologista.
Alguns profissionais de medicina alternativa acreditam que um
alergologista tradicional pode não ser o médico mais adequado para ajudar a
controlar ou curar as alergias por inalação observa a Dr.ª Jacqueline Krohn,
médica no Novo México. «As injecções e os medicamentos tradicionais para alergias
fornecem um controlo limitado e podem não proporcionar a dose ideal», diz ela.
Em vez disso, aconselha os seus pacientes com alergias a
encontrarem um alergologista que garanta o mais amplo leque de testes e
tratamentos. Recomenda que se procure um alergologista cuja prática faça uso de
muitos dos seguintes métodos:
Jejum e testes alimentares para detecção de alergias alimentares,
uma vez que estas podem piorar as alergias por inalação.
Testes de despiste de inalação brônquica que detectam
sensibilidade a químicos e outros factores ambientais.
Testes quinesiológicos, em que um médico mede a força
muscular enquanto o paciente toma várias substâncias. A fraqueza indica que é
alérgico ou sensível essa substância.
Fazer a “ cura do limão” variando-a de 1 a 10 e de 9 a 1, às
6 horas da manhã.
O planeamento a ser seguido possui duas fases: crescente e
decrescente.
Crescente
1º dia 1 limão. 2º dia 2 limões. 3º dia 3 limões. 4º dia 4
limões. 5º dia 5 limões. 6º dia 6 limões. 7ºdia 7 limões. 8º dia 8 limões.
9ºdia 9 limões. 10º dia 10 limões.
Decrescente
11º dia 9 limões. 12º dia 8 limões. 13º dia 7 limões. 14º dia
6 limões. 15º 5 limões. 16º 4 limões. 17º dia 3 limões. 18º dia limões. 19ºdia
1 limão.
O programa deve ser cumprido em jejum, com o sumo na
temperatura natural, utilizando-se uma palhinha para não prejudicar o esmalte
dentário.
Aguarda-se no mínimo 2 horas para o uso de qualquer alimento,
de preferência uma qualidade de fruta ácida ou semi-ácida: laranja, ananás, uva,
carambola etc.
Se as crises alerginas são crónicas, pode-se aproveitar outra
sequência de tratamento com a “cura do limão”, variável de 2 a 20 e de 18 a 2,
de 2 em 2 limões.
Tomar durante o dia2 chávenas das de chá de folhas de
mangueira com mel.
Segundo o professor Nicolas Capo, do Instituto de
trofoterapia de Barcelona, as aplicações desses tratamentos cítricos auxiliam
no combate de aproximadamente 150 doenças, muitas das quais testadas e aprovada
sem nosso trabalho.
O limão combate desde doenças venéreas, como a sífilis e a
blenorragia, até algumas neurológicas, cardíacas e cancerígenas. Seus efeitos
medicinais devem ser testados e aprovados diariamente por todos.